Congresso vai discutir demissão voluntária de servidores da União

Tentando entender: o servidor está no trabalho dele, tranquilo, tudo assegurado e vai aceitar a proposta do governo para deixar este aconchego e sair ao relento em recebendo trocados para competir no mercado de trabalho de hoje, que temer golpista transformou em inferno para o trabalhador. Hum!

A outra opção é abrir um "negócio". Como, se o cliente está sem dinheiro também?

No governo Collor também teve isto e depois vários servidores entraram na justiça e ganharam o direito de retornar ao serviço, ou seja, pode ser economia agora e problema empurrado para presidentes futuros.

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Agência Senado

25/07/2017, 18h01
O Congresso Nacional vai discutir, a partir de agosto, a medida provisória que deve ser assinada pelo presidente Michel Temer nos próximos dias criando um plano de demissão voluntária (PDV) dos servidores do governo federal. O objetivo é reduzir as despesas obrigatórias da União. Mas a oposição está disposta a lançar uma campanha contra a eventual saída de 5 mil servidores públicos, que é o objetivo a ser alcançado pelo governo. O líder do PT, senador Lindbergh Farias (RJ), avalia que a medida enfrentará resistências e serão poucos os servidores públicos que vão aderir ao PDV porque existe a experiência dos governos Collor e FHC. Lindbergh lembra que “quem entrou nesse PDV se arrependeu muito. É importante que os servidores não caiam nesse canto da sereia”. A reportagem é de Hérica Christian, da Rádio Senado.

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